A frase acima designa um paradigma interessante: A individualidade em um contexto, e o contexto respeitando a individualidade.
Se considerarmos que um indivíduo vive em uma sociedade, que deve respeitar suas leis, que é influenciado por ela, com a cultura, linguagem, comida, forma de pensar, veremos também como o desenrolar de uma nação está atrelada ao quanto ela está disposta à estar disposta por todos. Ou seja, o quanto ela identifica a necessidade de se doar em pró de onde vive. Vemos exemplo disso no consumo japonês, que sempre prefere produtos japoneses. Isso também acontece com empresas alemãs, francesas, americanas. E o mercado, afinal? Este, é formado por todos, de modo que a preferência se dá pela escolha motivada pela identidade de algo maior, seja pátria, etnia, status, religião, Sendo assim, toda escolha é motivada ou induzida por um sentimento de identidade e segurança. Um indivíduo pra se colocar por todos, deve então identificar nesses todos o próprio indivíduo, assim como o funcionário deve acreditar na empresa onde trabalha, quando se faz a defesa do seu time de futebol, ou mesmo quando se defende seu ponto de vista, Só não podemos nos esquecer, que também existem vários contextos, bem como vários pontos de vista. No final, vale a regra que " Mapa não é território", ou seja, as pessoas vêem o mundo de maneira diferente baseadas em suas crenças e valores internos, refletindo esses em sua realidade, ou seja, contextualizando o indivíduo.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Aprendendo à ensinar!
Quem dira! Agora sou professor! Na verdade, acho que sempre fui, pois sempre gostei de ensinar o que sabia com singular didática e paciência. Agora percebo a diferença que existe em ganhar dinheiro fazendo o que se gosta, não que eu não goste do que faço como trabalho No. 1, mas dar aulas representa, pra mim, uma missão, algo maior, um propósito de vida! Minha maior satisfação é conseguir que um aluno entenda a mensagem, seja ela relacionada à matéria, ou mesmo à vida!
Quando estou ensinando, me vejo como engenheiro, ator, palestrante, motivador, mentor e referência. A arte de ensinar consiste, pra mim, em reviver tudo novamente, de um jeito novo, ou pelo menos, de um jeito que se faça entender profundamente à ponto de causar mudanças. Percebo em mim que a paixão por ensinar vence quanlquer distância, cansaço ou limitação, e também aprendo que lidar com vidas requer responsabilidade. Cada professor desenvolve um estilo, e todos estão certos, pois esta diversidade também gera no aluno outras referências. Aliás, os alunos estão diferentes, pelo menos, relacionados à minha época: Hoje falam mais, desafiam mais, hoje há celular e LapTop. enfim, a tecnologia pode ajudar ou atrapalhar. De todo modo, os papéis de ensinar e aprender ainda existem e sempre serão necessários. Afinal, a experiência é uma bagagem vivida que deve ser transmitida, porém, as novas esperiências dos alunos, permitirão as criações e desenvolvimento da nova sociedade!
Quando estou ensinando, me vejo como engenheiro, ator, palestrante, motivador, mentor e referência. A arte de ensinar consiste, pra mim, em reviver tudo novamente, de um jeito novo, ou pelo menos, de um jeito que se faça entender profundamente à ponto de causar mudanças. Percebo em mim que a paixão por ensinar vence quanlquer distância, cansaço ou limitação, e também aprendo que lidar com vidas requer responsabilidade. Cada professor desenvolve um estilo, e todos estão certos, pois esta diversidade também gera no aluno outras referências. Aliás, os alunos estão diferentes, pelo menos, relacionados à minha época: Hoje falam mais, desafiam mais, hoje há celular e LapTop. enfim, a tecnologia pode ajudar ou atrapalhar. De todo modo, os papéis de ensinar e aprender ainda existem e sempre serão necessários. Afinal, a experiência é uma bagagem vivida que deve ser transmitida, porém, as novas esperiências dos alunos, permitirão as criações e desenvolvimento da nova sociedade!
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