A frase acima designa um paradigma interessante: A individualidade em um contexto, e o contexto respeitando a individualidade.
Se considerarmos que um indivíduo vive em uma sociedade, que deve respeitar suas leis, que é influenciado por ela, com a cultura, linguagem, comida, forma de pensar, veremos também como o desenrolar de uma nação está atrelada ao quanto ela está disposta à estar disposta por todos. Ou seja, o quanto ela identifica a necessidade de se doar em pró de onde vive. Vemos exemplo disso no consumo japonês, que sempre prefere produtos japoneses. Isso também acontece com empresas alemãs, francesas, americanas. E o mercado, afinal? Este, é formado por todos, de modo que a preferência se dá pela escolha motivada pela identidade de algo maior, seja pátria, etnia, status, religião, Sendo assim, toda escolha é motivada ou induzida por um sentimento de identidade e segurança. Um indivíduo pra se colocar por todos, deve então identificar nesses todos o próprio indivíduo, assim como o funcionário deve acreditar na empresa onde trabalha, quando se faz a defesa do seu time de futebol, ou mesmo quando se defende seu ponto de vista, Só não podemos nos esquecer, que também existem vários contextos, bem como vários pontos de vista. No final, vale a regra que " Mapa não é território", ou seja, as pessoas vêem o mundo de maneira diferente baseadas em suas crenças e valores internos, refletindo esses em sua realidade, ou seja, contextualizando o indivíduo.
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